O PH da água quebrando o mito

Água – o líquido da vida

Água - o líquido da vida

O corpo humano é formado por cerca de 70% de água, sendo portanto este o principal componente das células.

Aí você pode se perguntar: com tanta quantidade de líquido ainda é preciso beber água diariamente e em grande quantidade? Sim, é preciso. Sabe-se que o ser humano pode ficar semanas sem comer, porém após cerca de 36 horas sem água o organismo começa a entrar em colapso, por isso ao passar de três a cinco dias sem ingerir líquidos a pessoa pode morrer.

A água é uma substância química composta de hidrogênio e oxigênio . Sua fórmula é H2O (duas partículas de hidrogênio e uma de oxigênio) e é a molécula mais abundante no planeta: em seu estado líquido, preenche 71%, além de estar presente também na atmosfera como vapor, e nos polos, em seu estado sólido.

Uma das funções da água é transportar nutrientes, oxigênio e sais minerais para o nosso organismo.A água também está em todas as secreções (como o suor e a lágrima), nos sistemas respiratório, digestivo e nervoso, no plasma sanguíneo, nas articulações (ela é responsável por 20% dos ossos), na urina e na pele.

A água regula as funções do organismo, por isso a falta de água pode causar problemas nos rins, como cálculos renais por exemplo. Ela pode provocar ainda desidratação, sendo que os casos mais graves acontecem com as crianças e os idosos que se encontram doentes. Se o caso for grave e não houver socorro a tempo, a desidratação pode até matar.

Outra desvantagem para quem não bebe água com regularidade é a sensação de cansaço e fadiga. O intestino e a pressão sanguínea também se tornam irregulares. A falta de água também contribui para o inchaço do corpo e pode causar cãibras.

Muitas pessoas bebem água somente para tomar remédios e esquecem de que o hábito de beber água deve ser constante, ou seja, diário. Por isso, a recomendação é que se beba, no mínimo, 2 litros de água por dia. Segundo os especialistas, não se deve esperar ter sede para beber água, ela deve ser ingerida várias vezes ao longo do dia. Aliás, nos dias muito quentes ou quando a carga de exercícios é maior, a recomendação é a ingestão de pelo menos 4 litros de água, já que há muita perda de liquido por causa do suor.

É preciso lembrar também que a água não deve ser somente bebida no verão, é importante continuar consumindo água com regularidade durante o inverno, mesmo porque a percepção de sede diminui e muita gente reduz a quantidade de água a ser ingerida diariamente durante essa época do ano.

Como trocar o garrafão de água do bebedouro

A água mineral natural nasce pura na fonte. O vasilhame é lavado esterilizado e envasado. Para que a água continue pura, assim como na fonte, é necessário que ao trocar o garrafão sejam tomadas algumas precauções:

  • Receba o garrafão com lacre inviolável da empresa.

Armazenamento:

  • Não deixar o garrafão exposto à luz solar, nem próximo a substâncias ou materiais que tenham cheiro.
  • Observar sempre a validade do produto.
  • Lavar o garrafão por completo com sabão neutro.
  • Limpar o gargalo do garrafão com álcool e de preferência pano de prato limpo.
  • Retire completamente o lacre da tampa usando uma faca limpa, cortando de baixo para cima, sem danificar a boca do garrafão.
  • Retirar o garrafão vazio e colocar imediatamente o cheio, sem tocar no gargalo do garrafão cheio, entornando-o no bebedouro.
  • Coloque a tampa retirada do garrafão cheio no garrafão vazio.

Ainda para que a água continue limpa, são necessários os seguintes cuidados com o bebedouro:

  • Nunca deixe-o descoberto.
  • Assim que retirar o garrafão vazio, colocar o cheio.
  • Retire o fio do bebedouro da tomada e aguarde por 30 minutos. Limpe o reservatório do bebedouro com água fervendo.
  • Esfregue bem o reservatório com uma bucha. Use açúcar como adstringente.
  • Lave com água em abundância, para que saiam todos os sedimentos.
  • Enxague com água mineral, abrindo as torneiras.
  • Se há mais de dois meses não é feita a limpeza, colocar no reservatório do bebedouro uma solução de cloro e água na proporção de uma medida de cloro para três medidas de água, deixando-a agir por 12 horas, para soltar os sedimentos. Tenha muito cuidado.
  • Esfregue bem o reservatório com uma bucha. Use açúcar como adstringente.
  • Lava com água em abundância, para que saiam todos os sedimentos.
  • Enxague com água mineral, abrindo as torneiras.
  • Depois de todo o processo de limpeza e do garrafão colocado no bebedouro, deixe escoar 3 copos de água de cada torneira. Se depois disso, ainda houver sedimentos (sujeiras) no copo, repita todo o processo de enxague.

Aplicações para o PET reciclado

Aplicações para o PET reciclado

A transformação do PET reciclado pode acontecer de maneiras diferentes conforme o produto final que irá ser fabricado com a matéria-prima reciclada.

Vários setores da economia utilizam produtos que levam PET reciclado. Dessa forma, estamos sempre em contato com algum artigo feito com PET reciclado. Veja só alguns exemplos:

Em casa:

  • Roupas, cabides, edredons, travesseiros, mantas, tapetes, carpetes, bichos de pelúcia, embalagens de produtos de limpeza e de alimentos, vasos do jardim, cordas do varal e as vassouras também são de PET reciclado.

Construção Civil:

  • Caixas d’água, tubos e conexões, torneiras, piscinas, telhas, mármore sintético, com PET reciclado, é usado para a produção de bancadas e pias, tintas e vernizes usam PET Reciclado na sua fabricação.

Material Esportivo:

  • Bolas, chuteiras, bancos dos estádios. O uniforme dos jogadores, as redes do gol. O gramado tem sistemas para drenagem da água da chuva que usa uma manta 100% PET reciclado.

Nas indústrias e no Varejo e no uso geral:

  • As fitas de arquear de PET são mais resistentes que as equivalentes de metal, com a vantagem de não enferrujar e não colocar em risco o trabalhador que manipula um fardo ou qualquer outro artigo que necessite desse tipo de artigo de segurança. As cordas de PET amarram cargas nos caminhões e mantém navios atracados no cais.

Comunicação:

  • Depois de descobrir tantos produtos feitos com PET reciclado que estão presentes no dia-a-dia de todos, você pode espalhar essa boa notícia usando um moderno telefone celular – que também tem PET reciclado!

Fonte: ABIPET (Associação Brasileira da Indústria do PET)

Água contaminada

Água contaminada

Um dos principais problemas que surgiram neste século é a crescente contaminação da água. Ela vem sendo poluída de modo assustador, principalmente nas zonas litorâneas e nas grandes cidades.

A água é usada para eliminar todo tipo de material e sujeira e, com isso, fica contaminada com numerosas substâncias. É, por isso, chamada de água residual. Se ela for para um rio ou para o mar, as substâncias nocivas que transporta irão se acumulando e aumentando a contaminação geral das águas, o que traz graves riscos para a sobrevivência dos seres vivos.

Entre as principais substâncias que contaminam a água estão adubos, papel, excrementos, sabões, microrganismos capazes de provocar doenças (como hepatite, cólera e gastrenterite), pesticidas do tipo DDT (chamados organoclorados) e metais pesados (como chumbo e mercúrio). Os nitratos procedentes de fertilizantes nitrogenados e de fezes humanas são o maior contaminante da água subterrânea.

Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 4,6 milhões de crianças de até 5 anos morrem por ano de diarreia, doença relacionada ao consumo de água não potável, agravada pela fome e pela má distribuição de renda. No Brasil, 65% das internações hospitalares, principalmente de crianças, são causadas por doenças provenientes do consumo de água contaminada. A diarreia e as infecções parasitárias estão em segundo lugar como maior causa de mortalidade infantil no país. Isso tudo pode ser mudado, pois o abastecimento de água potável e o saneamento ambiental podem reduzir em 75% a taxa de mortalidade e de enfermidade da população.

Por isso, beba de preferência água mineral.

Beba água, beba Goya!

Falta de água pode encolher cérebro

Falta de água pode encolher cérebro

“Beba água.” A velha recomendação repetida sempre às crianças pode impedir até que o cérebro diminua. Uma equipe de cientistas do Reino Unido constatou que a ingestão insuficiente do líquido encolhe a massa cinzenta e torna mais trabalhoso o ato de pensar.

Os pesquisadores contaram com a colaboração de adolescentes, que tiveram de andar de bicicleta por uma hora e meia. Alguns deles se exercitaram com três camadas de roupas, induzindo à maior produção de suor, enquanto os outros vestiram shorts e camisetas leves.

Os jovens que pedalaram com muitas peças perderam cerca de 0,7 kg em suor e a quantidade média de encolhimento do cérebro foi similar a 14 meses de desgaste normal relacionado à idade ou a dois meses e meio de doença de Alzheimer.

Os dois grupos se saíram bem quando, após a atividade física, se divertiram com um jogo de computador que testa a capacidade de planejar e resolver problemas. Mas os exames mostraram que os voluntários que eliminaram maior quantidade de líquido forçaram mais o cérebro para obter os resultados, segundo o jornal Daily Mail.

Ao longo de dias e semanas, a falta de água pode ter impacto sobre o desempenho no trabalho e na escola. No entanto, beber um ou dois copos faz com que o cérebro volte rapidamente ao normal. As constatações foram divulgadas na publicação Human Brain Mapping.

Água é a bebida mais recomendada por pediatras e nutricionistas

Água é a bebida mais recomendada por pediatras e nutricionistas. É essencial para as crianças, que precisam mais de água do que os adultos, pois possuem pouca massa corporal e com isso absorvem mais calor. Elas também apresentam menor capacidade de suar do que os adultos. Por isso, a água não pode ser substituída por outro líquido e os pequenos devem bebê-la mesmo quando não estiverem com sede.

De acordo com a Dietary Reference Intakes (DRI), diretriz americana que estabelece o consumo desejável de diversos nutrientes na dieta diária da população, a ingestão de água varia de acordo com a faixa etária e o sexo da criança:

Bebês (meses de idade) Ingestão de água total (litros/dia)
0 – 6 -> 0,7 * litros
7 – 12 -> 0,8 ** litros
Crianças (anos de idade)
1 – 3 -> 1,3 litros
4 – 8 -> 1,7 litros
Meninos (anos de idade)
9 – 13 -> 2,4 litros
14 – 18 -> 3,3 litros
Meninas (anos de idade)
9 – 13 -> 2,1 litros
14 – 18 -> 2,3 litros

*proveniente do leite materno
**proveniente do leite materno + alimentação complementar

Impostos 'invisíveis' oneram em até 93% preços de produtos e serviços

Energia elétrica é um item de consumo básico. Mesmo assim, na conta de luz, 31,3% do valor é imposto. No feijão, 32,7% do preço é tributo. A fatia chega a quase 60% na água mineral, enquanto no vinho importado é 93,3%. Os tributos indiretos, muitas vezes invisíveis aos consumidores, incidem sobre mercadorias e serviços e representam cerca de 40% do total arrecadado pelo País.

Estudo exclusivo realizado para o Estado por professores da GV Administração e da FIA/Fipecafi e por pesquisadora da consultoria tributária WTS do Brasil revela o peso dos tributos na renda e no consumo de uma família de classe média de São Paulo. Para chegar aos números, os pesquisadores destrincharam e simularam a cadeia mais simples de impostos que poderia incidir sobre os produtos escolhidos.
As taxas encontradas variaram de 12% (conta de gás) a 93,3% (vinho importado). Os números, no entanto, representam somente o mínimo de imposto embutido nos produtos, já que as cadeias em geral são muito mais extensas.

“A maior dificuldade de fazer um cálculo tributário está na complexidade do sistema brasileiro”, destaca o professor Fernando Zilveti, da GV Administração, um dos responsáveis pela pesquisa.

“São várias contribuições sociais e impostos que incidem sobre a mesma base de tributação”, diz o economista da Tendências Consultoria e professor da GV Economia, Felipe Salto.

Segundo os dados mais recentes da Receita Federal, de 2010, o principal tributo brasileiro é exatamente o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), que responde por 21,1% da receita tributária total, além de ser a principal fonte de recursos dos Estados.

Transparência

A invisibilidade dos impostos no preço dos produtos é uma realidade que contraria um princípio constitucional. Em seu artigo 150, a Constituição prevê a criação de uma lei que determine medidas para que os consumidores tenham clareza sobre os impostos que incidem sobre as mercadorias e serviços que consomem. No entanto, a lei que regulamentaria a transparência tributária nunca foi aprovada.

Segundo Zilveti, as empresas fazem seus cálculos tributários e, por isso, têm condição de informar ao cliente o quanto existe de imposto nos produtos. Ele cita como exemplo um chocolate: o rótulo traz as informações nutricionais.

“Poderia ter também o quanto tem de imposto. Até pelo açúcar eu comeria o chocolate, mas pelo imposto eu deixaria de comer. É um direito”, afirma o professor.

“O cidadão não tem consciência tributária e, com isso, não tem clareza sobre o papel que o Estado poderia desempenhar com a arrecadação”, diz o especialista em finanças públicas e professor da Escola do Legislativo de Minas Gerais, Fabrício Augusto de Oliveira.

Os impostos invisíveis oneram, principalmente, as classes sociais mais baixas. “Quando compra um produto, o rico paga exatamente o mesmo imposto que o pobre”, destaca o professor da Escola de Negócios Trevisan Alcides Leite. Com isso, os pobres acabam desembolsando muito mais em relação à sua renda. “Trata-se de um sistema regressivo, quando deveria ser progressivo. Isto é, quem tem mais, paga mais”, resume Leite.

Procurado pela reportagem, o Ministério da Fazenda não respondeu ao pedido de entrevista até o fechamento desta edição.

Água de 15 capitais tem sinal de contaminação, diz estudo da Unicamp

Água de 15 capitais tem sinal de contaminação, diz estudo da Unicamp:

A água que chega às casas de moradores de 15 capitais brasileiras está contaminada com um poderoso indicador da presença de dejetos industriais, agrotóxicos e remédios: a cafeína. É o que revela uma pesquisa do Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA), sediado no Instituto de Química da Unicamp, feita com amostras recolhidas diretamente da rede de distribuição – a mesma água que sai de nossas torneiras e é considerada potável pela legislação atual.

A cafeína é uma das substâncias mais consumidas no mundo e presença constante no esgoto humano. Não faz – necessariamente – mal à saúde, mas, por semelhanças químicas, sua presença na água sinaliza a existência de outros contaminantes, em particular os chamados poluentes emergentes, resíduos cada vez mais presentes nas águas do mundo e que só agora começam a despertar a atenção dos órgãos de saneamento. Entre essas substâncias, está a fenolftaleína, que tem seu uso como laxante proibido pela Anvisa, e o triclosan, um antisséptico usado em medicamentos, cremes dentais e desodorantes. Sua proliferação em rios e reservatórios é resultado do crescimento das cidades e de novos processos industriais.

“Nós estamos bebendo água que tem resíduos de indústrias farmacêuticas, polímeros e petróleo”, resume Valdinete Lins da Silva, coordenadora do Laboratório de Engenharia Ambiental da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e participante do estudo. Além da Unicamp e da UFPE, também colaboraram pesquisadores das universidades federais do Paraná (UFPR) e Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF).

Já é conhecido, no entanto, o fato de inúmeros desses fármacos e polímeros industriais interferirem em nosso sistema endócrino. Entre os compostos que mais preocupam os cientistas estão os hormônios, cuja presença na água pode afetar diretamente o desenvolvimento de nosso corpo. Pesquisas anteriores já haviam encontrado hormônios como estrona, progesterona e estradiol na água brasileira. Alguns cientistas sugerem que o consumo dessas substâncias está ligado à infertilidade masculina e ao fato de as meninas menstruarem cada vez mais cedo.

Nova legislação – Os métodos para retirar a maioria desses poluidores emergentes da água já existem. Os mais conhecidos são chamados de processos oxidativos avançados, que usam substâncias químicas como a água oxigenada e o ozônio para fragmentar esses compostos em pequenas moléculas inorgânicas. No entanto, para que as estações de tratamento sejam obrigadas a usar esses métodos, é necessário que esses poluentes emergentes passem a ser regulados no país.

No Brasil, os critérios de potabilidade da água são estipulados pela portaria 2.914 do Ministério da Saúde, publicada no ano passado. A regulação, que é atualizada a cada 5 anos, estabelece diversas normas que as empresas distribuidoras de água têm de seguir, como padrões de acidez e radioatividade. Além disso, define quantidades limites de algumas substâncias, desde bactérias, como os coliformes fecais, até químicos inorgânicos como o cobre, o chumbo e o mercúrio.

De fato, o Ministério da Saúde está começando a atentar para a questão dos poluentes emergentes. Segundo Daniela Buosi, coordenadora-geral de Vigilância e Saúde Ambiental, no ano passado a pasta lançou editais para que pesquisadores estudem melhor substâncias que ficaram de fora da portaria anterior, entre elas alguns poluentes emergentes. “Conforme o resultado, a portaria pode ser mudada a qualquer momento”, diz.

Os pesquisadores do INCTAA também anunciaram que começarão uma segunda fase do estudo, em que vão analisar a água distribuída em mais capitais. Com o avanço das pesquisas, pode ser que a água potável de hoje seja considerada água suja amanhã.

CONHEÇA A PESQUISA

Quem fez: Wilson F. Jardim, Maria C. Canela
Instituição: Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA)
Dados de amostragem: Foram analisadas 49 amostras de água de 16 capitais brasileiras.
Resultado: Em 92% das amostras foi detectado cafeína. A única capital em que a substância não foi encontrada foi Fortaleza. Além da cafeína, os pesquisadores também encontraram indícios de triclosan, fenolftaleína e atrasina.

NSF International – Água Mineral Goyá

NSF International - Água Mineral Goyá

A Água Mineral Goyá está em processo de certificação dos seus processos de qualidade, por um dos órgãos internacionais mais sérios no mercado de bebida: a NSF International.

Ela é a única certificadora de bebidas credenciada pelo ANSI American National Standards Institute – (Instituto Americano de Padrões Nacionais).